quarta-feira, 20 de maio de 2026

LIVRO: DIABETES E CARÁ INSULINA

 

 LEIA O LIVRO GRATUITAMENTE





Conheci o DIOSCOREA BULBIFERA [cará insulina] por acaso. Em 2013 estava no sitio de um vizinho e vi que ele havia separado umas batatas estranhas de cor preta com umas bolinhas e de forma arredondada em um canto da horta. Perguntei o que era e ele disse que era uma batata que não prestava para comer, somente para fazer remédio para diabetes. Pedi para ele aquelas batatas-sementes e passei a cultivar ano após ano, vendia algumas e ficava com a maioria para replantio. Cada ano que passava mais batatas eu plantava e mais eu vendia. Logo um laboratório começou a fazer encomendas recorrentes e a ai passei a estudar, porque até então achava que era uma superstição das pessoas antigas que se sentia bem controlando a glicemia, mas talvez por autossugestão e não por estudos laboratoriais. Este livro é somente um de uma série de coletâneas de textos acadêmicos que fiz fichamentos para expor ao público que temos um remédio natural para controlar a glicemia. Já se fala em 820 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Precisamos dar atenção a esta epidemia.


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terça-feira, 7 de agosto de 2018

LEGÍTIMA DEFESA

LEGÍTIMA DEFESA

A Legítima defesa é uma causa de exclusão da ilicitude que se caracteriza pela existência de agressão ilícita, atual ou iminente, a direito próprio ou alheio, que pode ser repelida usando-se moderadamente dos meios necessários. Esta situação justificante encontra-se positivada no Art. 23, II, e no Art. 25, ambos do Código Penal.

Agindo nos termos que justificam a legítima defesa o agente não pratica crime, devido à exclusão da antijuridicidade, que é elemento integrante e essencial do fato punível. No entanto, o agente pode responder pelo excesso a título de dolo ou culpa.

LIVRO: DIREITO DIVINO A LEGÍTIMA DEFESA

 Você pode adquirir este livro em dezenas de livrarias virtuais no mundo inteiro, no Brasil pode ser  nos links abaixo:







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Livraria Saraiva

Livraria Cultura

Lojas Americanas

Magazine Luiza

Submarino

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Buscapé





Sinopse





Deus criou homens, animais, plantas e toda espécie de seres vivos com capacidade e armas naturais para se defenderem e se necessário matar o agressor e predador. Nem o Estado pode usurpar do indivíduo seu direito divino e sagrado de se armar e se defender. Você pode ter arma de fogo e tem o direito de usa-la para se defender, ainda que o Estado proíba. Toda a natureza criada por Deus foi projetada para se defender, não seria os seres humanos que ficariam sem defesa. São ridículas e dignas de insultos as leis que proíbem o indivíduo de se defenderem. Uma lei maior escrita por Deus em todo o mundo diz que você pode pegar pedra, pau, faca, revólver, torpedo, míssil, bomba nuclear e tudo que estiver ao seu alcance para defender sua vida, sua família e sua propriedade. Matar nem sempre é crime, nem sempre é homicídio. Quando leis provenientes de insanos contraria a Deus e a natureza das coisas, você pode cagar nelas sem pecar.










Características



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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

LIVRO: 101 MARAVILHAS DE DEUS - VOLUME II

Este é o segundo livro de uma série interminável onde o Escriba de Cristo interpreta as leis naturais segundo o princípio absoluto da verdade na qual Deus é a causa de tudo, não há outra possibilidade para explicar o universo. Animais, plantas, química, física, tudo aponta para uma mesma mente.


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Número de páginas: 100

Edição: 1(2016)

ISBN: 978-1539934417

Formato: A5 148x210

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g












Livro a venda no clubedeautores.com e no amazon.com.br, ou leia gratuitamente no slideshare.

Este é o segundo volume da coleção MARAVILHAS DE DEUS. Não sei precisamente quantos volumes irei publicar uma vez que são bilhões de maravilhas que Deus criou. Tenho falado sobre as maravilhas de Deus evidentes na botânica, na zoologia, nas ciências naturais, na física e na química entre outros campos do saber humano onde permeiam as assinaturas do Criador. Quando se percebe que cada detalhe do universo que nos cerca tem um propósito, que não tem nada inacabado, fica escancarado que há uma mente inteligentíssima por trás do universo, e não somente inteligente, mas poderosíssima para poder por a termo suas ideias. Este SER cria matéria do nada, este SER tem em seu poder todos os recursos do universo, este SER programou cada criatura como um software embutido no DNA de cada ser vivo. Ao final não há como escapar de Deus.



Risco de suicídio na depressão


Risco de suicídio na depressão

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Tânia da Cunha
Tânia da Cunha
No decorrer de uma depressão podem surgir tendências suicidas e não são raros os doentes que cedem a esse impulso. Por isso, qualquer sinal de ideias suicidas é como um pedido de socorro, e que como tal precisa de ser entendido.
Os estados de depressão grave são, muitas vezes acompanhados por alterações do sono, perda de apetite, perda de peso, desinteresse pelas questões sociais, apatia, sentimentos de desespero, de desamparo, de estar exausto, quer física quer psiquicamente. Neste sentido, os sintomas ou perturbações depressivas poderão ser indicadores significativos de comportamento suicida.
Expressões como: “A minha vida já não tem sentido. Seria preferível eu desaparecer”, pode ser indicador de “ALERTA”. Nos estados de depressão grave, é frequente os doentes chegarem a um ponto tal que acham que nunca mais conseguirão recuperar. Vivem o presente sem um mínimo de esperança, e as perspetivas de futuro encontram-se dominadas por sentimentos negativos.
As intenções de suicídio devem ser sempre levadas a sério pelos amigos e familiares. Amigos e familiares, muitas vezes ficam sem saber se hão-de falar abertamente sobre o assunto, ou se é preferível não o abordarem. A sugestão é que conversem sobre o problema! Para quem está deprimido pode ser um alívio conseguir desabafar com alguém.
Quando as pessoas do círculo do doente começam a sentir a impressão de que o contacto com este lhe escapa cada vez mais, deverão levá-lo a um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra) tão cedo quanto possível. E nunca é demais recordar que funcionam noite e dia serviços de urgência em hospitais a que poderão recorrer, caso entrem em crises agudas de desespero.
Se se sente deprimido, não tente enfrentar sozinho a situação. Naturalmente que há depressões que se curam espontaneamente. Mas também é provável que surjam de novo após um período de tempo muito imprevisível. Por isso, a atitude mais prudente é a de procurar quanto antes ajuda especializada.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Filipenses y la psicología


Valdemir Mota de Menezes

A fin de vencer las emociones que acosan a una persona y satisfacer las emociones que necesita, Dios ha provisto la respuesta en el libro de Filipenses. En el capítulo 1, el apóstol Pablo contesta el problema de la Identificación Personal. Esto tiene que ver con el Afecto. La clave para este problema de identificación está en Filipenses 1:21: "Para mí el vivir es Cristo, y el morir es ganancia." Pablo estaba identificado con el Señor Jesucristo en cada aspecto de su vida. Estaba afectado por lo Cristo había hecho por él; afectaba toda su vida. Lo cambió de ser un empleado del gobierno romano, en la carretera a Damasco, llevando a personas a la cárcel bajo el nombre de Saulo, y lo transformó para que fuera ahora el apóstol Pablo, predicando a Cristo. Así como había sido en un momento un empleado del gobierno romano, ahora estaba dedicado por completo al Señor Jesucristo. Lo que estaba diciendo Pablo claramente en este versículo era que para él vivir era Cristo, y así se identificaba. Esto da al cristiano el Principio para lo que uno podría llamar la vida cristiana normal. Uno podría preguntar, desde un punto de vista psicológico: ¿qué es lo normal? La respuesta es que nadie sabe lo que es normal. Ni siquiera los psicólogos que están buscando lo normal saben, porque ninguno de ellos es normal. Sólo porque la mayoría de las personas hacen ciertas cosas de cierta forma no significa que eso sea lo normal. Sólo Dios sabe lo que es normal, y sólo ha habido una persona normal que haya aparecido sobre la faz de la tierra, y ese fue el Señor Jesucristo. Él fue la encarnación de Dios mismo en manifestación humana. Por eso dijo Pablo: "Para mí el vivir es Cristo."
Sin embargo, Dios ha revelado lo que es normal para sus hijos, y la comprensión de esa normalidad se encuentra en la Palabra de Dios. Dios nos creó y por lo tanto sabe lo que es normal. Este es el principio de vida que indica lo que es normal para el hijo de Dios. La Biblia es para el cristiano lo que es el manual del fabricante del auto para el auto: sólo en la medida que el cristiano sigue la verdad de Dios en su Palabra puede vivir una vida cristiana normal.
El capítulo 2 contesta la segunda necesidad emocional que necesita ser satisfecha, que es la Aceptación. Esto contesta el problema de la Actitud Personal-¿cómo es aceptada nuestra vida? ¿Qué dice Pablo en cuanto a esto?-la clave se encuentra en el versículo 5: "Haya, pues, en vosotros este sentir que hubo también en Cristo Jesús." En la actitud de vida, el cristiano es aceptado en el amado-un hijo y un heredero. Hemos sido aceptados por el Dios Todopoderoso. Esto contesta el problema de la actitud personal de la vida de una persona, que da al cristiano el Molde para la vida cristiana normal. El apóstol Pablo nunca nos dice lo que tenemos que hacer-que se encuentra en el capítulo 1-sin decir a continuación mismo cómo hacerlo en el capítulo 2.
Cuando una mujer quiere coser un vestido, va a la tienda y compra lo que se conoce como un molde. Un molde es un conjunto de papeles tisú que están cortados de cierta forma para dar las dimensiones. El molde se coloca sobre la tela y luego la tela se corta según el molde, se cose y se convierte en un vestido. En esta analogía, Cristo es nuestro molde, y los cristianos debemos recortar nuestra vida, por así decirlo, según la vida del Señor Jesucristo. Al haber sido aceptados por Dios en su familia, y nuestras vidas están moldeadas por su Palabra y el Espíritu Santo que mora en nosotros, esto nos ayuda con el problema de la disposición hacia la vida; como uno dispone de la vida y el talento que tiene en la vida.
La tercera emoción que necesita ser satisfecha es la de la Apreciación. Esto se considera en el capítulo 3, y la clave se encuentra en los versículos 13, 14 y 20, que contestan el problema de las Prioridades Personales en la vida. En el mundo en el cual vivimos hoy, cada persona está atrapada en una miríada de cosas, con muchas oportunidades que nos controlan y consumen nuestro tiempo. Esta multiplicidad de cosas en las que participamos y las elecciones que necesitamos tomar constantemente con relación a nuestras prioridades causan mucha frustración en las vidas de las personas. Por ejemplo, si una persona escoge cierto lugar para ir y no es apreciada por el grupo de personas con las cuales se relaciona, o no lo aprecian como pensaba que lo harían, no recibe una buena sensación y puede sentirse frustrado. La frustración es el nombre del juego hoy, porque las personas parecen estar fuera de lugar o frustradas con muchas cosas, lugares y personas. Esto causa depresión, ansiedades y temores que pueden resultar en sentimientos de culpa, y hay muchas reacciones negativas y reforzadores que toman cada vez mayor velocidad, de forma que la persona queda atrapada en las frustraciones del mundo de las cuales aparentemente no hay escapatoria. Para esto, el apóstol Pablo tiene una respuesta satisfactoria en el capítulo 3, que dice cuánto aprecia Dios a sus hijos, y cómo esto ayuda a contestar el problema de las prioridades personales. En 3:13, él dice: "Hermano, yo mismo no pretendo haberlo ya alcanzado-no soy perfecto-pero una cosa hago: olvidando ciertamente lo que queda atrás, y extendiéndome a lo que está delante, prosigo a la meta, al premio del supremo llamamiento de Dios en Cristo Jesús." Luego, en el versículo 20, nota: "Mas nuestra ciudadanía están en los cielos, de donde también esperamos al Salvador, al Señor Jesucristo." Esto ayuda al cristiano en sus prioridades, para que no esté confundido y frustrado en la vida, y pueda formular sus propias prioridades y así sentir un sentido de apreciación de parte de Dios. El capítulo 3 nos ayuda en las Pasiones en la vida cristiana.
Reflexiones sobre lo que Pablo ha dicho por un momento. Ha señalado que ha sido capaz de olvidar aquellas cosas que están atrás, y puede mantener su mirada firme en el Señor y mirar aquellas cosas que están por delante. Piense en esto por un momento; en un tiempo el apóstol Pablo era un empleado del gobierno romano que buscaba encarcelar a cristianos camino a Damasco. Dios lo dio vuelta y Pablo se convirtió, y gracias a esto se convirtió en el apóstol Pablo, que ahora ministraba la Palabra de Dios de parte del Señor Jesucristo, a quien amaba y servía. Uno puede imaginar fácilmente que a medida que el apóstol Pablo iba a predicar a los cristianos en distintos lugares, probablemente habría personas en la congregación donde estaba ministrando que habían estado, muchos años atrás, en la cárcel bajo él, cuando era Saulo, o tenían amigos, parientes, vecinos que habían estado en la cárcel. Ahora el apóstol Pablo les estaba ministrando la Palabra de Dios. Es fácil ver cómo podría haber tenido un gran sentido de culpa, o una sensación de depresión o tristeza por lo que había hecho. O, tal vez, esas personas podrían tener algún sentido de hostilidad, ira o temor cuando se trataba de recibir al apóstol Pablo mismo, junto con su ministerio. Sin embargo, él podía decir que podía "olvidar lo que queda atrás."
Uno de los grandes problemas psicológicos que tienen los cristianos hoy es que permiten que Satanás les presente los fracasos del pasado en sus vidas, los cuelgue sobre ellos como si fuera una "nube de cemento." Por lo tanto, pone al cristiano en neutro y no puede "exhortarse unos a otros cada día" (Hebreos 3:13), debido a los sentimientos de depresión y de culpa junto con todo tipo de temores y frustraciones debidos fracasos pasados, y a veces esto continúa durante muchos años.
Dios tiene una buena catarsis para el cristiano en este sentido. Para esto, uno no tiene que ir al psicólogo-se encuentra muy simplemente en 1 Juan 1:9: "Si confesamos nuestros pecados, él es fiel y justo para perdonar nuestros pecados, y limpiarnos de toda maldad." En el mundo, las personas muchas veces pueden perdonar pero muchas veces no pueden olvidar. Sin embargo, cuando Dios perdona también olvida, y uno no tiene que preocuparse por los fracasos de ayer cuando los ha confesado ante Dios. Dios quiere que mantengamos una pizarra limpia ante Él día tras día, y por esto constantemente hace énfasis en el hecho que cada día necesitamos orar, leer su Palabra y tener comunión con Él. Deberíamos comenzar cada día diciendo: "Padre, dame la gracia para vivir por ti hoy, y guíame en el camino de la justicia." No debe sorprendernos que Dios diga: "No te preocupes del mañana, ya que mañana se encargará de sí mismo, y no te preocupes del ayer, ya que no lo puedes recuperar, es pasado." Vive por el hoy; Dios se encargará de tu necesidad del mañana, y si has confesado tus pecados es fiel y justo para perdonarte tus pecados. Y no te preocupes del pasado, vive por el hoy. Debemos usar cada día para exhortarnos, como dice Pablo en Hebreos 3:13. Así quiere Dios que vivamos. ¿Por qué deberíamos vivir como la gente del mundo? Dios aprecia a sus hijos cuando responden a Él de esta forma.
En el capítulo 4 Pablo contesta la cuarta necesidad que tiene todo individuo, la necesidad de Logro. También contesta el problema de la Seguridad Personal. El logro da a la persona un cierto sentido de Seguridad, y esta sensación de bienestar es lo que necesita todo individuo. ¿Cómo aplica esto Pablo? En el versículo 13, dice: "Todo lo puedo en Cristo que me fortalece." Pablo no quería decir con esto que podía hacer cualquier cosa. No, todas las personas tienen limitaciones, pero todas tienen ciertos talentos, dones y habilidades. Dios no mide estas habilidades. Dios no mide estas habilidades en un plano vertical, como hace el mundo, como una persona que logra una cierta meseta o posición en la vida mientras sube por la escalera del éxito. No, Dios no evalúa a sus hijos de esta manera, porque Él nos evalúa en un plano horizontal. Todo individuo tiene ciertas responsabilidades ante Dios, y Dios ha dado a cada individuo los talentos y habilidades para cumplir con las responsabilidades que le ha encomendado. En cuanto concierne a Dios, no importa si uno es el presidente de la empresa o el ordenanza de la fábrica. El lugar donde Dios ha puesto a su hijo es su responsabilidad. En Filipenses 2:12 y 13, el apóstol Pablo amonesta al hijo de Dios a ocuparse de su salvación con temor y temblor ante Dios, y luego señala: "porque Dios es el que en vosotros produce así el querer como el hacer, por su buena voluntad." Dios nos muestra su voluntad a través de su Espíritu, y al mismo tiempo nos capacita para llevar a cabo su voluntad mediante los talentos que nos ha otorgado. En 1 Corintios 4:1, 2, el mismo apóstol Pablo nos dice que como cristianos somos administradores de la gracia de Dios, y luego señala: "se requiere de los administradores, que cada uno sea hallado fiel." La fidelidad ante esa responsabilidad que Dios nos ha encomendado es aquella que contará en el día de rendir cuentas.
Por esto el apóstol Pablo podía decir: "Todo lo puedo"-es decir, todas las responsabilidades y las áreas de influencia que tengo y que Dios me ha dado. Puedo hacer todo para la gloria de Dios en la medida que Dios me da la fuerza para realizarlo. Eso es el logro. Cuando sabemos que Dios lo considera de esta forma, eso nos da un sentido de seguridad o confianza de bienestar, y este es el Poder de la vida cristiana normal.
Hay cuatro cosas que brindan a los hijos de Dios la norma para la vida cristiana normal: 1) que vivamos vidas dignas del evangelio; 2) que nos mantengamos en la fe; 3) que no estemos aterrorizados por lo que viene; y 4) que estemos dispuestos a sufrir por el Señor Jesucristo-"Porque para mí el vivir es Cristo, y el morir es ganancia." Nuestros antepasados en la verdad se mantuvieron firmes en medio de la persecución para que pudiéramos tener el evangelio y el amor del Señor Jesucristo. ¿Acaso deberíamos nosotros hacer menos que mantenernos firmes en la fe para que, si Dios se tarda, nuestra descendencia y las generaciones venideras tengan la misma oportunidad para la salvación que ha sido provista para nosotros, por aquellos seres queridos que han partido antes, y que se han mantenido firmes en la fe? Cuando echamos toda nuestra ansiedad sobre él, él tiene cuidado de nosotros (1 Pedro 5:7).

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

LIVRO: O ANTICRISTO É MUÇULMANO

 LIVRO que traz uma nova perspectiva sobre o futuro império do Anticristo. O livro pode ser lido gratuitamente logo abaixo, ou pode ser comprado no formato impresso ou e-book, pelos sites:
amazon.com.br  ou clubedeautores.com.br

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Número de páginas: 334

Edição: 1(2016)

ISBN: 153724373X

Formato: A5 148x210

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

IRRITABILIDADE

Lidando com a irritabilidade, ansiedade e depressão

Uma boa alimentação e a atividade física afetam a saúde de nosso cérebro, e por isso podem influenciar positivamente na hora de tratar estes problemas.
A irritabilidade, ansiedade e depressão são os problemas de saúde mental mais comuns em nossa sociedade. Muitas vezes são sentidos como um complexo conjunto de desafios emocionais e funcionais. A ciência nos ajuda a compreender a conexão existente entre a mente e o corpo e vemos como a ansiedade e a depressão podem ser provocados por uma variedade de fatores.

Estes fatores podem ser de natureza nutricional, psicológica, física, emocional, ambiental, social, espiritual, bem como genética ou de doença cerebral. Enquanto que muitas vezes ouvimos falar de uma causa bioquímica, não está claro se o nível dos neurotransmissores é a causa real da irritabilidade, ansiedade e depressão, ou simplesmente um sintoma de que uma pessoa está ansiosa ou deprimida.
A irritabilidade, ansiedade e a depressão não são a mesma coisa, mas às vezes se apresentam juntas. Não é raro que as pessoas com depressão experimentem ansiedade e as pessoas com ansiedade a depressão, assim como a irritabilidade.

Melhorar a nossa saúde mental

Enquanto que a depressão e a ansiedade em geral se classificam como doenças mentais, é mais fácil pensar nelas como transtornos da saúde cerebral, o que está diretamente relacionado com a estrutura física e os mecanismos do cérebro, assim como os problemas emocionais e relacionais.
Esta perspectiva coloca em destaque a necessidade de cuidar do cérebro, o qual, igual aos outros órgãos do corpo, se vê afetado pelo nosso estilo de vida. Como tal, o que comemos, como nos movimentamos e a qualidade de nosso sono afeta o funcionamento de nosso cérebro. Além disso, a forma como administramos o estresse e outras emoções, a qualidade de nossas relações e as nossas motivações, tudo isso influencia em nossa saúde mental.

Sintomas da ansiedade e depressão

Como acabar com a depressão
A ansiedade e a depressão nos impedem de desenvolver nossa vida de forma normal, alteram nossos hábitos e comportamentos, afetam nossas relações em geral, trabalho, família, companheiro(a) etc. Manifestam-se mediante sintomas que podem ser de origem física (como dor abdominal, pontadas, taquicardias, dificuldade para respirar, enjoos, tremores musculares, sudorese, cansaço etc.) Ou mental (como a irritabilidade, angústia, medo, fuga ou evitação). em geral, estes transtornos são produzidos por preocupações exageradas e reiteradas, assim como a dificuldade para nos adaptarmos às mudanças em nossa vida pessoal ou profissional.

10 ações para acabar com a irritabilidade, ansiedade e depressão

Começa a cuidar de seu cérebro com os seguintes conselhos:
1. Respira lentamente, a exalação lenta ajuda a relaxar o corpo.
2. Movimenta seu corpo.
3. Passe mais tempo em contato com a natureza.
4. Procure dormir um sono regular e reparador.
5. Passe mais tempo com o apoio de amigos e familiares.
6. Aceite a imperfeição.
7. Coma alimentos funcionais e beba muita água.
8. Medita (sentado(a) ou em movimento) ou reserva um tempo regular para a prática de auto-conhecimento.
9. Pratica o perdão consigo e com o outro.
10. Pratica  o agradecimento consigo e com o outro.

sábado, 30 de abril de 2016

BOOK: THE FOUR-LEGGED ANGEL


This biographical and theological work can be read for free below, or you can purchase e-book or printed by various sites like kindle amazon.com

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This is the story of a dog, a man and an angel. Perhaps you will be just a fanciful story about a pet, but for me, it was much more than that. As I write these words, the lifeless body of my angel is in the car, waiting for the proper burial that will make tomorrow a hundred kilometers from here. I am immersed in feelings such as gratitude, gratitude, sweet memories and nostalgia. This book can be classified as magical realism, because part of the book is an expression of my feelings and memories and part of the book is sensory, over the years I and the dog talked through thought, telepathically. People are free to believe or not what you want, including the story that I lived with the Doctor. Eva spoke to the serpent, Balaam with the mule and I with a dog. These stories are real. People have impulse to reject what does not. I do not ask you to believe, just read my story.


sexta-feira, 15 de abril de 2016

TODOS OS TELEFONES DO PRESIDENTE LULA

Compre o livro TODOS OS TELEFONES DO PRESIDENTE LULA em várias livrarias virtuais como amazon.com, e clubedeautores.com.br no endereço abaixo:
https://clubedeautores.com.br/book/207470--TODOS_OS_TELEFONES_DO_PRESIDENTE_LULA#.VxGX-vkrLIU

          
  Este presente volume faz uma análise das ligações telefônicas que o juiz Sergio Moro retirou o sigilo do processo e permitiu que a sociedade brasileira tomasse conhecimento do complô que Lula, Dilma e a cúpula do Partido dos Trabalhadores tramavam contra o Brasil. Em seu plano de poder, o PT enriqueceu seus membros mais ilustres e arregimentava sua quadrilha na ralé da sociedade com seus exércitos paralelos como o MST, os ditos movimentos sociais, os sindicatos e grupos sanguessugas como a CUT (Central Única dos Trabalhadores).  As revelações das conversas telefônicas deixaram o Brasil estarrecido com as manobras ilegais que o PT tramava para livrar Lula das mãos pesadas da justiça federal, em especial, da REPÚBLICA DE CURITIBA, pois daquela capital brasileira, uma força conjunta da Policia Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça Federal, desvendou-se o maior esquema de corrupção da história do Brasil e mesmo da história da humanidade. O volume de dinheiro desviado do erário público e da Petrobrás trata-se de uma soma astronômica que bandidos mancomunados transferiram para sustentar a máfia do PT


sexta-feira, 11 de março de 2016

LIVRO: O DIABO ESTÁ AO SEU LADO

O Escriba Valdemir publicou este livro e pode ser comprado impresso ou em e-book no endereço abaixo, além de dezenas de outras editoras e livrarias virtuais. Pode ser lido na íntegra logo a seguir.

https://www.clubedeautores.com.br/book/204955--O_Diabo_esta_ao_seu_lado?topic=desenvolvimento#.VuIzdfkrLIU
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Tive inúmeras experiências com os demônios, e a cada dia tenho novas experiências. Ninguém passa por este mundo sem sentir por algum momento uma perturbação em sua vida. Um vulto que passou por trás de você, uma voz chamando seu nome e você não vê ninguém. Um pesadelo extremamente assustador. Um impulso maligno para fazer algo contrário a sua consciência. Muitas vezes uma voz, como se houvesse outra pessoa discutindo em sua mente com você, te tentando para fazer algo proibido. Cada um fazendo uma retrospectiva da sua vida perceberá que em alguns momentos uma presença maligna o cercou. Não tem como evitar isso. Aliás, quanto mais a pessoa se volta para Deus, mais chances ela terá de sentir o Mal lhe rondando, lhe cercando e espreitando sua vida, porque o Diabo não quer ninguém bem.  


sábado, 3 de outubro de 2015

LIVRO: PT X CRISTIANISMO

O Escriba Valdemir publicou este livro que você pode ler aqui na íntegra. São dezenas de capítulos falando das ideologias do Partido dos Trabalhadores que são contrárias aos ensinos da Bíblia. Não dá para a pessoa ser petista e cristão ao mesmo tempo. O livro pode ser adquirido impresso no endereço a seguir:


https://clubedeautores.com.br/book/194551--PT_X_CRISTIANISMO#.Vg_thflViko





quarta-feira, 29 de julho de 2015

LIVRE: ARCHÉOLOGIE BIBLIQUE - COMPLET

Scribe Valdemir publie un livre ARCHÉOLOGIE BIBLIQUE. 98 pages dans lequel nous analysons les histoires racontées dans la Bible et nous pouvons prouver la véracité d'entre eux. (Peut être acheté imprimé par: amazon.com, clubedeautores.com.br et autres libraires en ligne)



sábado, 16 de maio de 2015

LA ENTREVISTA O INTERROGATORIO

Escriba Valdemir Mota de Menezes


LA ENTREVISTA E INTERROGATORIO EN LA INVESTIGACIÓN CRIMINAL.


Solo para expertos
Ahora que entramos al módulo de ENTREVISTA me pareció pertinente traer al blog una nota de mis amigos de LATINO SEGURIDAD Y GRUPO CORPORATIVO DIAMANTE,que toca el tema dela entrevista y el interrogatorio en la investigación de lo criminal.


Entrevistas e Interrogatorios

"Realizando las preguntas difíciles"

Por: Carlos Ramirez Acosta
CPP, CPO
Prisma Consulting Services


Tal vez hacer la pregunta difícil en una entrevista o interrogatorio sea algo sencillo. Pero, quién la hace, cómo la hace, cómo conseguir que una persona responda a la pregunta y sobre todo, cómo interpretar la respuesta, puede no ser tan fácil.

Ese es uno de los desafíos que enfrenta cualquier profesional de la seguridad pública o privada que trata de obtener información de un testigo o sospechoso en un asunto de investigación.

La clave para alcanzar resultados exitosos se debe, en principio, a una adecuada planeación y en siguiente lugar a la aplicación con maestría de técnicas de entrevista e interrogatorios.

PLANEACIÓN
Un investigador nunca debería comenzar una entrevista o interrogatorio sin una estrategia.

Los elementos de una adecuada estrategia incluyen esencialmente decidir la forma de acercarse a la persona, estudiar los detalles del caso, establecer el tiempo de duración apropiado, definir el lugar de la reunión y tener muy claro lo qué se espera obtener de la entrevista o interrogatorio mediante la realización de una secuencia específica de preguntas.

Acercamiento. Los investigadores poco experimentados a menudo comienzan cuestionando a cada persona que tiene que ver con un incidente bajo investigación. Pero los profesionales con mayor experiencia tienden a elaborar una lista de personas a entrevistar. Por ejemplo, si nueve cajeros y un gerente de banco tienen acceso a la bóveda de una sucursal bancaria donde hubo una sustracción interna de dinero, el investigador experimentado sabrá que tendrá mejor información entrevistando al gerente en primer lugar.

El gerente conoce las labores de sus cajeros, ubicación dentro de la oficina, situación económica y otra información que puede indicar quienes de sus cajeros tienen mayor posibilidad de ofrecer datos concretos o confesar su culpabilidad.

Por supuesto, los demás cajeros podrán ser entrevistados posteriormente si el enfoque inicial de la investigación no apunta claramente hacia el responsable del robo.

Conocer los detalles. En algunas ocasiones los entrevistadores hábiles no valoran la conveniencia de seguir un procedimiento establecido y hacer la tarea como se debe. Piensan que pueden obtener lo que necesitan en cualquier momento y no le dan la importancia al proceso de entrevista. Esto es un error.

Conocer y dominar con maestría los detalles que rodean el caso es algo esencial por varias razones.

Primero, si una persona entrevistada se percata de la falta de conocimiento y pericia del investigador o lo sorprende en un error de apreciación, la credibilidad del investigador se verá afectada y una persona culpable tendrá mayor confianza en si misma y podrá retirarse impunemente sin dar ninguna confesión.

Segundo, cuando un entrevistador esta armado con evidencia corroborada, tiene mayor margen de maniobra para aprovechar los huecos que deja el entrevistado y reformular preguntas para conseguir información adicional o la admisión de culpabilidad.

Tercero, un investigador bien informado tendrá mayor probabilidad en reconocer cuando una información obtenida durante una entrevista puede ser falsa o engañosa. Este conocimiento podrá ser utilizado contra la persona entrevistada que esta mintiendo.

Como parte del proceso de obtención de datos, los investigadores deben visitar el lugar de los hechos siempre que sea posible. Observar y analizar el lugar de los hechos dará siempre a los investigadores pequeños detalles y ese conocimiento puede ser utilizado para demostrar al testigo o sospechoso que está bien familiarizado con el manejo del caso, circunstancia que ayudará a poner mayor presión sobre las personas culpables para que hablen con la verdad.

Los investigadores deben también revisar los reportes y otros documentos relacionados con el asunto que se investiga, examinar evidencias físicas, inferencias, pruebas circunstanciales y desde luego, obtener información de los antecedentes personales de los sospechosos.

Los entrevistadores no deben tener temor en tomar notas durante la entrevista pensando que podrán perder la atención del entrevistado Refiriendo las mismas notas y documentación del caso incrementa la probabilidad de que los entrevistados hagan precisiones para darle consistencia a sus declaraciones, además, junto con los demás preparativos, ayudará a fomentar y a animar a que las personas se conduzcan con la verdad.

Oportunidad. Es mejor conducir una entrevista tan pronto como sea posible después del evento, para aprovechar que los datos a recolectar aún están frescos en las mentes de las personas a entrevistar. Para un interrogatorio, sin embargo, es mejor no tener prisa hasta que el interrogador este armado con toda la evidencia o la mayoría de las pruebas corroboradas.

Un aspecto crítico es dedicar el tiempo suficiente para realizar una entrevista o interrogatorio. Si una persona a ser cuestionada denota que existe prisa en el investigador para acelerar o terminar la entrevista, simplemente esperará lo necesario hasta que el investigador mismo se vea afectado por la propia presión del tiempo, pero ahora en su contra.
Por ningún motivo, un investigador debe dar la sensación de estar desesperado y limitado en tiempoparaobtener información o la confesión de un sospechoso. Este tipo de actitudes opera totalmente en contra del investigador y afecta severamente cualquier caso.

Cada interrogatorio es un proceso de ida y vuelta donde el sospechoso también esta analizando al interrogador. Las personas sospechosas pueden advertir oportunidad y asumir que saldrán bien libradas si perciben incomodidad y falta de preparación de parte del investigador. Por lo tanto, dentro de los límites legales que permite la ley, todo aquello relacionado con los interrogatorios, incluyendo el tiempo, deberán considerarse para dar al interrogador mayor fortaleza y hacer sentir a un sospechoso que él es el que está en desventaja.

En aquellos casos donde se realizarán entrevistas posteriores con testigos potenciales, es una buena práctica notificarles de antemano y programar una cita en los términos más convenientes para el manejo del caso. Una notificación anticipada al testigo le permite tener tiempo para reflexionar en sus observaciones y conocimiento de los hechos de tal manera que su declaración o testimonio sea más razonado.

Más aún, dado que los investigadores a menudo tiene que conducir muchas entrevistas para un solo caso, debe ser una práctica cotidiana la programación de las mismas pues son en realidad el único camino asequible para poder realizar su tarea con varios testigos en forma ordenada y efectiva.

El interrogatorio del primer sospechoso es otro asunto importante. Esto requiere de una decisión estratégica: si el investigador desea el elemento de sorpresa de su lado, simplemente debe buscar al sujeto e informarle de la entrevista sin anticiparle una llamada. Por supuesto, serán necesarios algunos arreglos con el superior del sospechoso para cubrir la ausencia de éste en sus actividades y no afectar en demasía en lugar de trabajo.

Algunos investigadores han encontrado, sin embargo, que anticiparle a un sospechoso que hay una cita para interrogarlo se da cómo consecuencia un incremento en la presión obligándolo a que "sude" la espera. Se entiende que la probabilidad de éxito de esta táctica depende del tipo de caso y la personalidad del sospechoso.

Ubicación. En todas las situaciones, una entrevista debe llevarse a cabo en un lugar privado para animar la confianza del entrevistado y mantener las distracciones al mínimo. Los investigadores pueden necesitar hacer arreglos especiales para proporcionar la atmósfera apropiada, como por ejemplo celebrar la entrevista fuera del horario de oficina o en un salón privado de hotel o en un restaurante. Incluso, pueden celebrarse dentro de un automóvil.
Lo que debe observar un investigador en cuanto al sitio y ubicación varia dependiendo de si se realiza una entrevista o un interrogatorio.

Las entrevistas deberían llevarse a cabo en ambientes amigables, familiares y confortables que resulten convenientes para la persona que será cuestionada. El objetivo es colocar al entrevistado en una situación lo más cómoda posible tomando en cuenta que voluntariamente proporcionará información que puede resultar crucial para la resolución de un caso.

Por el contrario, un interrogatorio debería desarrollarse en un lugar poco confortable y donde no pueda sentirse apoyado un sospechoso tanto por otras personas como por las circunstancias del entorno dando de esta manera ventajas al investigador.

El investigador necesita tener control de la situación y por lo tanto hacer sentir a un sospechosos esta condición. Por este motivo, casi nunca es una buena idea interrogar a un sospechoso en su domicilio particular o en el lugar de trabajo.

Una sala de dimensiones entre unos 4 y 8 mts.2 sin elementos distractores (teléfono, cuadros, fotografías, póster, ventanales), pude ser suficiente. Idealmente la silla del interrogado deberá tener el respaldo recto sin descansa brazos y sin ruedas o mecanismo para girar sobre si misma.

Es importante, sin embargo, respectar siempre los derechos legales de los sospechosos. Por ejemplo, para evitar futuras reclamaciones por detenciones ilegales o alegatos concernientes a una privación legal de la libertad por parte de los investigadores, la persona interrogada debe sentir que tiene el derecho y facilidad de dejar la sala de entrevistas en cualquier momento. Por lo tanto, debe existir siempre una puerta sin cerradura en la sala de entrevistas y no estar bloqueado o impedirse el paso del sujeto si éste o ésta desean salir.

Observadores. Es una buena idea tener a la mano una tercera persona como observador cuando esto sea necesario. Por ejemplo, generalmente un investigador masculino no debería interrogar solo a una sospechosa. Una situación de este tipo puede prestarse a que una mujer alegue conducta inapropiada o acoso sexual de parte del interrogador.

De hecho, una buena estrategia es que sea una mujer investigadora quien se encargue de todas las entrevistas hacia personal femenino, en cuyo caso un observador típicamente se hace innecesario.

Otra situación en donde es muy apropiado tener un observador a la mano es cuando el empleado de una compañía, tal es el caso de un investigador administrativo, un abogado del departamento legal, un auditor, un ejecutivo de recursos humanos o un funcionario de seguridad tiene que entrevistar a otro compañero o colega de la empresa. En tal caso, el observador puede verificar la información que recolecte de la entrevista y corroborar que el entrevistador actuó con ética y apegado a las políticas de la organización. A menudo, el personal de recursos humanos es quien lleva a cabo la función de observador.

Un observador no esta allí como un consejero del sospechoso. En algunos casos, cuando el sospechoso pertenece a un sindicato, normalmente se hacen acompañar de un representante de esta organización y esta presente durante el curso del interrogatorio.

Antes de entrevistar e interrogar a cualquier trabajador perteneciente a alguna organización sindical, cooperativa o unión de trabajadores, es conveniente e importante solicitar la asesoría legal respectiva para asegurar que se tomen los procedimientos mas apropiados.

Después de todo, decidir acerca de tener un observador durante un interrogatorio siempre es una cuestión difícil. Generalmente, en el curso de entrevistas no son invitados observadores pues se trata de reuniones no confrontacionales, pero si la entrevista en un momento dado se convierte en un interrogatorio, convendría llamar a una tercera persona para que observe el desarrollo de los cuestionamientos hacia el sujeto por interrogar y garantizar de esta manera que escuche, dado el caso, la confesión de culpabilidad.

En muchas ocasiones los investigadores experimentados piden a un colega que se mantenga próximo a la sala de entrevistas para cubrir la eventualidad de requerir una tercera persona observadora.

Dicha persona no participa activamente y casi siempre está realizando otras tareas en el exterior, pero se encuentra justo ahí donde es conveniente y escuchando discretamente el desarrollo del interrogatorio ya que con este propósito suele dejarse semiabierta la puerta de la sala de entrevistas.

Aun, si un investigador decide no incorporar al observador hacia el interior de la sala, éste se encuentra lo suficientemente cerca para corroborar cualquier alegato que aclare los inconvenientes.

TÉCNICAS
A través de los años, se han mantenido dos técnicas conocidas y aceptadas generalmente para el manejo de entrevistas e interrogatorios: Kinésica y Reid.

Las dos comparten algunos elementos en común, pero también cada una tienuna visión diferente tanto como maneras de observar las conductas, características de los sujetos que se comportan engañosamente y enfoque sobre cuál es el método de manejo de entrevista que trabaja mejor para provocar que se revele la conducta de culpabilidad de sujetos bajo investigación.



Un investigador debiera conocer, aprender y aplicar elementos de las dos técnicas. Mejor aún, aprender otras disciplinas además de Kinésica y Reid e identificar cuál de todas estas herramientas le acomoda mejor y desarrollar un propio estilo combinando todas las técnicas desde una perspectiva ecléctica.

Técnica Kinésica. La entrevista kinésica reconoce e interpreta un amplio rango de conductas concientes e inconcientes, verbales y no verbales que exhiben típicamente las personas cuando son sometidas a interrogatorios.
Mientras más definido sea el patrón de conducta que se observa en una persona, mayor seguridad podrá tener un interrogador respecto a si dicha persona se esta conduciendo evasivamente o con falsedad.

Es importante destacar que un principio básico de la técnica kinésica establece que ningún síntoma o signo conductual por si sólo indica una prueba absoluta de que alguien esta mintiendo.

Es el conjunto de síntomas -un síndrome- lo que puede permitir a un investigador interpretar con mayor certeza si un sujeto dice la verdad o esta mintiendo.

Un interrogador podría inferir frecuentemente situaciones de engaño poniendo atención a los elementos que se leerán a continuación.

Conducta verbal. La conducta verbal incluye no sólo cómo las palabras son utilizadas en la dicción, sino también la forma de hablar, por ejemplo la vacilación, el quedarse callado repentinamente, el exceso de camaradería en el discurso y el entusiasmo por querer cooperar en una investigación.

Incluye también la naturaleza de la comunicación, tal es el caso de responder una pregunta con otra pregunta, responder repitiendo la misma pregunta recibida, o tratando de mostrar credibilidad invocando aDios o a la religión ("Lo juro por Dios"). También los lapsos reales o de aparente pérdida de memoria durante un interrogatorio quedan comprendidos dentro de la conducta verbal.

Respuestas divergentes. Las respuestas dadas en una entrevista ya sea por personas culpables o por personas inocentes entran en dos distintos tipos de patrones conductuales. Cuando se pregunta por ejemplo, ¿Puede usted explicar porqué sus huellas digitales fueron encontradas en el escritorio donde se perdió el dinero? la persona inocente probablemente diría algo parecido a, "Eso no es posible porque sencillamente yo no lo hice". Una persona culpable, por el otro lado, probablemente ofrecería algún tipo de excusa por haber tocado el escritorio, como por ejemplo, "Necesité una pluma y así fue que abrí el cajón para ver si hallaba alguna".

En un caso documentado por un investigador donde alguien había enviado cartas amenazantes al director general de una empresa se había logrado tener una lista de tres sospechosos, todos ellos empleados de la misma compañía. Durante la entrevista con la persona que encabezaba la lista, el investigador tomó una de las cartas que se encontraba dentro de una bolsa de plástico transparente para manejo de evidencia y la depositó sobre la mesa. El papel de la carta estaba cubierto con polvo que revelaba impresiones dactilares visibles sobre la carta.

El investigador entonces le preguntó al primer sospechoso, "¿Hay alguna razón por la que tus huellas digitales se encuentran en esta carta?" Esta acción convencía al sujeto de que el investigador había hecho bien su trabajo. La persona entonces manifestó una pobre historia acerca de tomar una hoja de papel y dejarla sobre su escritorio de donde seguramente la habría tomado la persona que escribió las notas amenazantes.

Eventualmente esta persona admitió haber escrito las cartas. (No es ilegal utilizar este tipo de sutiles trampas por parte de un investigador para conseguir alguna admisión de culpabilidad)

Un interrogador podría también preguntar, "¿Cuál cree usted que sería el resultado si llevamos a cabo una examen del polígrafo sobre este incidente?"

La persona inocente respondería normalmente algo como, "Bien, adelante no hay problema, pasaré la prueba". Una persona culpable podría tratar de explicar porqué él o ella no confía en ningún aparato, mencionando que además se pone nerviosa. O tal vez, alegaría y cuestionaría la legalidad o admisibilidad de este tipo de pruebas.

Por supuesto, contestaciones como "Soy muy nerviosa" o cuestionamientos respecto de la legalidad del polígrafo no necesariamente indican que una persona sea culpable. Una persona inocente podría explicar razonadamente sus puntos de vista del porqué piensan que fallarían una prueba de este tipo.

Conducta no verbal. Tomando en cuenta el amplio espectro del lenguaje corporal, la conducta no verbal usualmente se manifiesta por si misma como una reacción hacia una dificultad o a una pregunta directa que pretende extraer la verdad.

Los entrevistadores siempre deben poder mucha atención al lenguaje corporal.

Si una persona se sienta en una posición erguida y relajada al principio de una entrevista, pero cruza sus brazos cada vez que se le hace una pregunta relevante o provocativa puede tratarse de un signo indicativo de engaño.

O, si una mujer se frota la nariz cada vez que ella dice "No, yo no lo hice" y este gesto sucede solamente en el transcurso de la entrevista y en preguntas incisivas, se trata entonces también de una persona que probablemente esté mintiendo.

La esencia para identificar signos reveladores de la conducta no verbal es observar el patrón de comportamiento de una persona y cómo ella responde y reacciona a las preguntas relevantes en comparación a cómo responde a preguntas normales o no amenazantes durante el transcurso del interrogatorio. Como contraste, un sujeto que se frota la nariz raramente puede indicar que solo tiene comezón.

Técnica Reid. La técnica siempre comienza con una entrevista no acusatoria y cuando es el momento apropiado se orienta la sesión hacia un interrogatorio. La etapa del interrogatorio esta basada en nueve componentes.

Esos nueve componentes, en forma abreviada son los siguientes:

Confrontación positiva. El interrogador primero adopta una posición acusatoria dominante asumiendo confiadamente que el interrogado es culpable y esperando la reacción del sujeto para evaluarla. Entonces el interrogador utiliza lo que en la técnica Reid se conoce como una "declaración de transición" para conseguir que el sujeto admita la culpa.
Una declaración de transición es una razón articulada (inferencia consistente) por el investigador a efecto de orientar el interrogatorio hacia su terreno.

Una vez que el interrogador ha manifestado su certidumbre sobre la culpabilidad de un sujeto, debe necesariamente continuar con otras inferencias que permitan explicar y probar el porqué y el cómo es que el interrogado cometió un delito.

Desarrollo del tema. El investigador ayuda a que el interrogado desarrolle aspectos temáticos que minimicen o justifiquen el motivo de un delito apelando a aquellas circunstancias que el interrogador crea más apropiadas en función del tipo de personalidad del sujeto. De esta forma, una persona culpable ya habrá racionalizado la conducta cometida y las posibilidades de que admita su responsabilidad pueden haberlo dejado preparado para confesar.

Algunos temas específicos, de acuerdo a Reid, incluyen decirle al sujeto que otras personas habrían hecho lo mismo que él bajo las misma circunstancias, reduciendo de esta forma la gravedad del delito y sugiriendo por ejemplo que el "dueño de la empresa puede aceptar algunos incidentes de robo dependiendo de la situación"

Manejo de negaciones. Aquí el interrogador intenta persuadir al sujeto de que no es conveniente para él negar su implicación en los hechos. Los indicadores no verbales que suelen aparecer durante una posible negación incluyen la inclinación hacia delante en la silla donde se ubica el individuo como deseando retirarse, extender la mano tratando de llamar la atención y captar la mirada del interrogador, o abrir la boca dando la impresión de querer hablar. También, un indicador verbal sobre este punto es la petición de querer hablar por parte de un inculpado.

Después de escuchar la petición de hablar por parte del interrogado, por ejemplo, un interrogador debería atajar la solicitud y expresar un comentario que desapruebe el intento de negación (Nota: en la técnica llamada W-Z de los expertos Wicklander y Zulawsky se utiliza además un signo no verbal de alto con las manos dirigidas hacia el sujeto interrogado y moviendo la cabeza hacia un lado como queriendo que el sujeto interprete algo parecido a "Ese no es el tema, volvamos al punto". Este ademán se conoce técnicamente en la técnica W-Z como el emblema de alto).

También en uno de los estudios documentados de Reid, los autores describen este procedimiento en la forma siguiente: "El tipo de comentario suele comenzar con una referencia acentuada sobre el nombre de la persona (Ejem. "¡José!"), seguido por algo parecido a, "antes de que digas algo más, déjame explicarte que delicado es este asunto", o, "Escucha, quiero que entiendas esto". Estos comentarios deben, por supuesto, estar respaldados por gestos tales como romper el contacto visual y mantener en alto una mano haciendo una señal de "alto".

Objeciones inminentes. Como lo define Reid, una objeción es una declaración realizada por un sujeto como una excusa o razón del porqué una acusación es falsa, tal como afirmar que no se poseía un arma de fuego cuando se cometió un robo con violencia.

Los investigadores deben desechar generalmente este tipo de objeciones. Si por ejemplo, una persona expresa no haber cometido un robo porque no tiene un arma propia, dicha objeción puede ser manejada en la forma siguiente: "Me agrada que digas eso José, porque eso me aclara que no fue tu idea meterte en este asunto, que uno de tus conocidos te involucró dándote el arma y entonces toda esta bronca por eso pasó.

Como ves José, si tu tenías el arma y la llevabas esa noche lista para usarla y matar a alguien que se cruzara en tu camino, eso es una cosa. Pero si el otro tipo te la puso en tus manos para usarla sólo para espantar, eso es otra cosa también ".

Atención. Captar y mantener la atención de un sospechoso es también un aspecto clave. Un interrogador debe reconocer el punto donde el sospechoso esta psicológicamente seguro de si mismo para superar un interrogatorio, de tal manera que en determinado momento el investigador utilice técnicas invasivas de acercamiento físico y técnicas verbales para dominar y controlar la atención del sujeto.

Mantenerse quieto y evitar el contacto visual son dos signos de que el sujeto esta en otro asunto. El rostro de la persona no reflejará emociones y comenzará a cruzar las piernas. Las técnicas para recuperar la atención incluyen que el investigador mueva su silla más cerca del sujeto de una manera gradual y sin obstrucciones. Al mismo tiempo, el interrogador puede moverse dentro de la línea de visión de la persona para restablecer el contacto visual.

Pasividad. El investigador debe saber como manejar la conducta pasiva de un sospechoso, al tiempo que esta actitud puede tratarse de un indicador de que la persona esta lista para admitir su culpabilidad. En estas circunstancias el interrogador debería hacer un resumen del porqué la persona cometió el delito, observando atentamente las reacciones ya sea que el sujeto acepte o rechace las razones que manifestó el investigador.

Preguntas alternativas. Para obtener una admisión de culpabilidad, el interrogador hace una pregunta con sólo dos posibles respuestas, ambas incriminatorias. Un ejemplo es, "¿Tomas el dinero cada vez que te encuentras trabajando o sólo cuando realmente lo necesitas?". Otra pregunta sería, "¿Gastaste todo el dinero en diversiones o solamente utilizaste parte de él para pagar tus deudas?".

Detallando eventos. El investigador debe obtener los detalles incriminatorios del sujeto para establecer una admisión de culpabilidad completa e identificar las discrepancias y la falta de concordancia en la historia que expresa el interrogado.

Los métodos para lograr este propósito deben utilizar palabras que eviten dramatizar y exagerar los hechos. En tal sentido un interrogador puede preguntar "¿Cómo cuántas veces usaste el cuchillo?" en lugar de "¿Cuántas veces la acuchillaste?"

Declaraciones escritas. En esta etapa un interrogador debe convertir una confesión oral en una confesión escrita. Se trata de un aspecto vital que las declaraciones sean estructuradas de tal manera que soporten la admisión de culpabilidad verdadera del sospechoso y una voluntad natural de expresar la confesión. Revisar las declaraciones escritas por testigos a menudo son rechazadas por los propios demandantes argumentando que éstas no fueron escritas por ellos o que lo declarado obedece a palabras que les fueron dictadas. Por esta sencilla razón es imperativo que un sospechoso incluya en su confesión escrita los detalles del delito que solamente él puede conocer de los hechos realmente sucedidos.

Otras técnicas. Aunque las técnicas Kinésica y Reid son ampliamente conocidas en el medio de la seguridad pública y privada como efectivas, no siempre sólo con una de éstas técnicas puede tenerse una solución completa para el manejo de las entrevistas e interrogatorios.

Cada persona, cada investigación, cada entrevista o interrogatorio es único y mientras el investigador conozca y domine varias herramientas metodológicas, tendrá mayores posibilidades de resolver un caso.

En cualquier investigación, el investigador debe aplicar un repertorio personal de habilidades de entrevista e interrogatorio que le resulten apropiadas y efectivas.

Existen muchos otros tipos de técnicas para analizar el lenguaje verbal y corporal que son utilizadas por los entrevistadores. Varias de estas técnicas incluyen la aplicación incremental de la presión psicológica hacia el sujeto.

El proceso de interrogatorio descansa en la premisa de que, bajo situaciones de estrés, alguien que esta mintiendo o reservando información de un caso tenderá a experimentar algún tipo de desorden interno y este conflicto psicológico se manifestará por si mismo en una serie de signos verbales y no verbales.

Un entrevistador efectivo sabe como aumentar el nivel de presión sobre una persona para que seguidamente se incrementen los indicadores verbales y no verbales que habrá de interpretar en su momento.

Recomendación clave: los interrogadores deben tener siempre presente que están utilizando una herramienta poderosa pero imprecisa dentro del proceso de cuestionamiento a cualquier persona, así que deben conducirse con responsabilidad y aplicar este recurso cuando lo demanden las circunstancias.

Un buen interrogador puede conseguir que una persona inocente admita alguna culpabilidad manejando indiscriminadamente la presión psicológica. Sin embargo, el objetivo final de una entrevista e interrogatorio es descubrir la verdad de los hechos y no la de obtener una falsa admisión a cualquier costo.

Con esto en mente, se enuncian brevemente otras técnicas:

Silencio. Esperar a que el sospechoso hable. La mayoría de la gente se incomoda con el silencio y comienza a hablar solamente para romper la tensión. Conseguir que un sospechoso diga algo es mejor que el silencio, ya que podrá revelar nueva información o parafrasear algo que dijo anteriormente y que podrá aclarar el significado de lo declarado.

Empatía. Empatizar con el sospechoso, tal vez compartiendo una experiencia personal. El objetivo es minimizar el sentimiento de culpa o la pena por una conducta ilícita cometida para que le resulte menos difícil emitir una confesión. El interrogador podría decir algo como, "Cualquier persona en tu misma posición seguramente habría hecho lo mismo". Un tono y trato gentil tocando amablemente el brazo o la espalda de la persona ayudaría a reforzar la actitud de empatía por parte del entrevistador.

Apelar a las emociones y a la espiritualidad. A menudo las personas responsables de un delito están desesperadas en descargar su culpa porque les causa una gran peso en su "alma", de tal manera que un investigador puede proceder apelando a las emociones del sujeto como la religión, la espiritualidad, la ética o la moral. Por ejemplo, "Yo sé que esto te está afectando porque eres una buena persona. Si te libras de esa carga te sentirás mejor".

Señalar signos de culpabilidad. Otro camino para incrementar la presión en un sospechoso es decirle abiertamente que esta manifestando síntomas típicos de culpa. Ejemplo, "Tu boca parece muy seca y mantienes cruzados los brazos cada vez que te pregunto sobre el dinero perdido. Eso esta indicando que no estás diciendo la verdad"

Estar listo para el golpe. Buscar la admisión de culpabilidad cuando el sospechoso manifiesta buena disposición para cooperar o parece estar listo para confesar. Un signo efectivo que denota que el sujeto está en esta situación es cuando pregunta, "¿Qué le pasará a la persona que hizo esto?" En este caso, el interrogador puede responder, "¿Estas diciendo que tu lo hiciste?" O, utilizar también el camino de la empatía puede ser muy efectivo, aquí el interrogador podría decir "Eso depende, porque esto parece haber sido un error cometido por una buena persona"

Transmitir que se sabe todo. Después de hacer una pregunta, destacar que se sabe la respuesta. Para ilustrar: "Hemos entrevistado a un número importante de personas sobre este asunto y tenemos demasiada información y pruebas. Así que quiero que pienses con cuidado lo que vas a contestar".

Ofrecer una oportunidad para mentir. Dar al sospechoso una posibilidad de mentir, sugerir un escenario que se sabe es incorrecto y escuchar si el sospechoso concuerda.

Quitar la mira del sospechoso. Otra táctica efectiva es preguntar al sospechoso que externe su opinión del delito. Esto incluye preguntarle cómo él podría haber cometido el delito o porqué alguien habría de cometerlo. También se le podría preguntar qué debería sucederle a la persona culpable del crimen.

Una persona inocente generalmente dirá que castiguen con toda la ley al responsable mientras que alguien culpable recomendará cierta indulgencia.

Usar el engaño con moderación. Es legalmente aceptable proporcionar falsa información o sugerir que se tiene evidencia que no existe. La clave aquí es ser muy cuidadoso para no perder credibilidad ante el sospechoso mencionando algo que él sabe no es cierto o provocar con la mentira que una persona inocente confiese algo que no cometió.

Algunas veces los entrevistadores omiten otras fuentes de información para ampliar el análisis de un caso, confiando en que pueden obtener lo que necesitan directamente de las entrevistas. Esto es un grave error.

Virtualmente, cada investigación requiere de entrevistas e interrogatorios. Dominar las técnicas para cada caso es un camino indiscutible en el descubrimiento de la verdad.

                                                      Entrevista vs. Interrogatorio

Los investigadores comúnmente llevan a cabo entrevistas convencionales y confrontaciones más intensas como los interrogatorios, llamados también en el campo corporativo, "entrevistas adversariales". Estas actividades son parte de un mismo proceso de búsqueda de la verdad pero utilizan diferentes tipos de aproximaciones hacia los sospechosos y también sirven a diferentes propósitos.


Las entrevistas generalmente se llevan a cabo para obtener información básica de hechos y antecedentes de un caso a efecto de realizar un proceso investigativo. Esto involucra buscar a testigos y otras personas que pueden tener información útil relacionada con el caso. Otra razón para manejar una entrevista es obtener información de antecedentes acerca de procesos y procedimientos.

Por ejemplo, un caso donde hay dinero perdido de la bóveda de valores de la empresa sería importante determinar el proceso estándar utilizado para transferir dinero en efectivo a la bóveda de tal manera que el conocimiento preciso de esta actividad sirva como punto de partida de las investigaciones.

En este sentido, el investigador puede mas tarde establecer cuando debe interrogarse al personal de la bóveda para saber si los empleados siguieron el procedimiento y si alguno de ellos se conduce con engaños respecto del proceso normal de manejo y transferencia de efectivo.

Una entrevista efectiva se lleva a cabo en un ambiente amistoso con cierto tono formal. No es adversarial o confrontacional, al menos en el principio.

Es sencillamente una forma de obtener información haciendo preguntas a personas con buena disposición. Además, en las entrevistas comúnmente se identifica a otras personas que serán entrevistadas donde se observarán sus reacciones y se buscarán signos de ocultamiento de datos o de malas interpretaciones acerca de un caso. Las personas que se ajusten a esto último serán candidatos para ser interrogadas.

Teóricamente, al menos, nadie es considerado sospechoso en el comienzo de un caso, aunque muchos investigadores creen saber quién es el culpable aun antes de desarrollar la primera entrevista.

Un interrogatorio, a diferencia de la entrevista, esta diseñado para lograr que un sospechoso confiese su participación o acepte su culpabilidad en los hechos.

Es la naturaleza no cooperativa de las personas la que permite establecer a quién se entrevistará o interrogará. Los interrogatorios no solo se aplican a sospechosos de un delito, sino también a quien esta ocultando información.
Notas:
· El autor del trabajo original es el Sr. Edgard McDonough, CPP, CFE, director de seguridad de la firma Tyco FIRE en los Estados Unidos y miembro del consejo de certificación profesional de ASIS International.

· Traducción, adaptación y complementación del idioma inglés al español por Carlos Ramírez Acosta, CPP, CPO, director de la firma PRISMA Consulting Latinoamérica y miembro del Capítulo México de ASIS International.

Fuente:
http://psicologiaforense2009.blogspot.com.br/2009/10/la-entrevista-e-interrogatorio-en-la.html

domingo, 21 de setembro de 2014

MEDO DO ESCURO - ESCRIBA VALDEMIR

O medo do escuro não tem nada a ver com o tempo que os homens eram primatas, nunca fomos primatas. O medo do escuro tem relação com a queda do estado adámico, quando eramos criaturas perfeitas, perdemos várias caracteristicas, inclusive luminosidade própria. O livro pseudo-epígrafo chamado PRIMEIRO LIVRO DE ADÃO nos conta sobre a origem do medo do escuro. O medo do escurot não é só físico e psicológico, é também espiritual. (teólogo Valdemir Mota de Menezes)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

LIBERA SCELTA

LIBERA SCELTA

Da : Valdemir Mota de Menezes

Parlando di temi come il libero arbitrio , e il patrimonio genetico , credo che molte delle nostre scelte purtroppo non è il risultato di una libera scelta , ma un determinismo genetico . Non solo abbiamo ereditato caratteristiche fisiche dei nostri antenati, ma anche le caratteristiche della personalità . Quando la teologia cristiana indica a subire le conseguenze del peccato di Adamo , questo significa che siamo in qualche modo geneticamente ci siamo stati nel nostro antenato e quindi avere un certo grado di colpa per errori commessi dai nostri antenati . Allo stesso modo i nostri antenati si perpetuano ai nostri giorni attraverso la nostra vita . Questo determinismo non è assoluta , nasciamo con un programma genetico di base , ma per la vita che adattarsi all'ambiente e ai nostri attributi può migliorare o peggiorare i nostri difetti . Una serie di circostanze nel corso della vita ci fa andare da brani completamente unici. Nessuno ha una vita identico a un altro , anche i gemelli monozigoti .

DETERMINISMO GENÉTICO

DETERMINISMO GENÉTICO

Por: Valdemir Mota de Menezes

Falando de temas como o livre arbítrio, e a herança genética, acredito que muitas das nossas escolhas infelizmente não é fruto de uma escolha livre, mas de um determinismo genético. Não somente herdamos as caracteristicas físicas dos nossos antepassados, mas também as caracteristicas da personalidade. Quando a teologia cristã aponta que sofremos as consequencias do pecado de Adão, isto quer dizer que nós geneticamente estavamos de certa forma existindo no nosso antepassado e assim temos um certo grau de culpa pelos erros cometidos pelos nossos antepassados. Da mesma forma nossos antepassados se perpetuam em nossos dias através de nossas vidas. Este determinismo não é absoluta, nós nascemos com um programa genetico basico, mas durante a vida vamos nos adaptando ao meio ambiente e podemos melhorar nossos atributos, ou piorar nossos defeitos. Uma serie de circunstancias durante a vida nos faz seguir por trilhas completamente singular. Ninguém tem uma vida identica a outra, nem mesmo gemeos univitelinos.