sexta-feira, 21 de junho de 2013

MANIFESTAÇÕES CRIMINOSAS NO BRASIL

MANIFESTAÇÕES CRIMINOSAS NO BRASIL

Por Valdemir Mota de Menezes

Sou absolutamente contra estes protestos e manifestos do povo brasileiro neste mês de junho de 2013. Mesmo não gostando do tipo de gente que governa o nosso país, não posso compactuar com a desordem social.

É melhor ser governado por tirano do que ter o povo no poder.

Toda revolução popular trás consigo consequencias piores do que o antigo regime. Esta conversa fiada de revolução popular é coisa para gente vil, das classes de gente da pior espécie.

Revolução Francesa - 

Até hoje tenho raiva do rei da França, Luiz XVI que não foi energico contra as manifestações populares na França que no século XVIII culminou com a maldita Revolução Francesa, e queda dos governos monarquicos. Quando o povo chegou ao poder, eles (povo) mostraram toda a sua tirania, matando a familia real, depois o povo no poder passou a ver em todos um conspirador contra a revolução e qualquer pessoa acusada de conspiração era imediantamente levada a guilhotina por Robert Pierre e a massa popular sanguinária. Nunca se mantou tantas pessoas por acusações infundadas como na Revolução Francesa.

Revolução Bolchevista

No século XX foi a vez do povo unido fazer merda de novo (1917), mataram a familia real dos Czares russos e estabeleceram um regime de "igualdade" chamado comunismo. O povo maldito no poder tomou a propriedade alheia dos empreendedores e estabeleceram o desgraçado comunismo na Russia, estes endemoninhados durante o regime da cortina de ferro foram responsáveis pela morte de 25 milhões de russos e outro tanto de outros países que cairam na mão dos comunistas. 

Povo no poder é sinal de desgraça.

Revolução Chinesa

Mais uma vez, familia real deposta e banhos de sangue para imposição do regime socialista. 

Revolução Cubana

Aqueles bandidos e drogados como Che Guevara e seus mercenários provocaram a revolução cubana, e o "povo foi ao poder", ótimo, colocaram um ditador em nome da vontade popular, o famigerado Fidel Castro. Hoje Cuba só não é mais pobre do que o Haiti na América.....

A ORDEM DEVEM SER MANTIDA

Nenhuma reividicação pode justificar atos de vandalismo, roubos, saques, danos, destruição e bloqueio de vias pública. Em poucos dias de manifestações criminosas dos brasileiros, milhares de comerciantes tiveram seus comercios destruidos, outros que viviam do transporte alternativo com seu veiculo de transporte de passageiro, tiveram seus carros destruidos e incendiados e perderam o seu meio de sustento de vida. 

NECESSIDADE DE FORÇA LETAL DO ESTADO

Deve ser preservado o direito a liberdade de expressão, mas bloquear as vias públicas e promover depredação do patrimônio e saques, deve ser repelida com força máxima do Estado. A policia deveria ter autorização do Estado para atirar com armas letais (Bombas, granadas, metraladoras, rifles, pistolas e até tanques de guerra e helicopteros e aviões de guerra). O Estado deveria identificar e eliminar todos os rebeldes que estão promovendo a desordem no Brasil. Não interessa as motivações dos protestos, não podemos aceitar o estabelecimento do caos em nome de qualquer manifestação popular. 

OS MILITARES NO PODER

Os governos civis no Brasil estão mostrando que são fracos e em nome da demagogia popular, estão permitindo que bandos criminosos cada vez mais se fortaleçam e ganhem status de poder, forçando continumante o governo a atender suas reividicações. Espero que os ministros das Forças Armadas e os comandantes das Policias Militares dos Estados estejam dando inicio a conversações para restabelecerem a ordem. A classe política democrática só querem agradar a massa de miseraveis morais e espirituais e aproveitarem-se do erário público para enriquecerem.. 

OS BANDIDOS E BADERNEIROS NAS RUAS

Gente de familia e de bom caráter, não entra em grupos que estão promovendo desordens nas ruas. Os pais não devem permitir que seus filhos jovens entrem nesta aventura de baderna e brinquem de guerra contra a polícia. Tenho visto muitos criminosos nestas passeatas só querendo oportunidade para roubar, outros são jovens da classe média que estão em busca de aventura e adrenalina. 

Tiro de canhão na cara é o melhor remedio para estabelecer a ordem. 

Aconselho o governo tenebroso do PT a dá o "vale-cacete". (Saia na rua para promover baderna e volte moido no cacete da polícia).

AOS CRISTÃOS

Este dias também tem sido motivos de felicidade para mim, pois a cada dia que passo sou mais fatalista e tenho absoluta certeza que nenhum partido politico, nenhuma ideologia socialista e nenhuma civilização chegará a paz e a harmonia, sem Cristo. Meu partido político é a Teocracia-Messianica, não acredito em nenhum sistema de governo humano. Neste ponto as Testemunhas de Jeová tem o meu apreço, pois são totalmente averso a política. Todo cristão verdadeiro entende que manifestações populares, revoltas e revoluções são coisas de Satanás. O Diabo promoveu a primeira rebelião contra a Ditadura uiversal de Deus, a Monarquia Absolutista de Deus. Lúcifer foi o primeiro representante do pensamento democrático ("os anjos no poder")

LUTERO E AS MANIFESTAÇÕES POPULARES

Logo após a Alemanha aderir ao protestantismo de Lutero, o povo achou que a liberdade era pretexto para promoverem badernas e saques, os príncipes alemães falaram com Lutero sobre como o governo deveria reagir, e Lutero autirzou a força militar contra os manifestações. Cerca de cem mil revoltosos foram mortos (Graças a Deus)

Hoje eu fiz a minha parte, consagrei um jejum a Deus para que a ordem se restabeleça no Brasil, e que o Diabo se retire das ruas com seus soldadinhos da destruição. 

VAMOS TOMAR O REINO DOS CÉUS

Termino citando João 18.36:

"Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos..." 

Irmãos do Brasil e do mundo, orem pela paz desta almas ignorantes, e cegas pelo pecado e pela rebelião.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

VERDADES SOBRE O PASTOR MARCOS PEREIRA


VERDADES SOBRE O PASTOR MARCOS PEREIRA

Ontem, dia 08 de maio de 2013 recebi uma ligação telefônica da minha esposa falando sobre a prisão do pastor Marcos Pereira, do Rio de Janeiro. Logo passei a ler na internet as notícias que estão circulando sobre sua prisão e as acusações que estão sendo feitas contra ele.

Antes de falar o que penso, quero que saiba que eu tenho um certo conhecimento de causa, e tenho um pouco de instrução, Sou barachel de teologia, formado em Gestão Empresarial pela Unimonte e possuo licenciatura em História e Ciências Biológicas pela Unimes, comunico-me em 5 idiomas (português, espanhol, francês, italiano e inglês), já  pastoreei igreja por muitos anos, fui missionário no Uruguai e por mais de uma década sou escrivão de polícia judiciária de São Paulo. Permitam-se falar algumas verdades.

Tenho visto o mundo vociferando maldições e julgamento contra o pastor Marcos Pereira, mas o que me choca é ver cristãos quase comemorando o escândalo envolvendo Marcos Pereira. Como escrivão de polícia, diga-se de passagem, é a função mais completa da polícia, quase não aparece na mídia, mas 95% dos procedimentos policiais que se transforma em processo criminal sai na mesa do escrivão de polícia. Se tem uma coisa que eu sei é como é feito um INQUÉRITO POLICIAL.

Se o caso fosse no Estado de São Paulo eu iria medir mais as palavras por questão de hierarquia, mas quero que as pessoas saibam que existem muitos Delegados de Polícia que querem aparecer mais na mídia do que ator de novela e do que Ronaldinho fenômeno.  Este delegado Marcos Mendonça da delegacia de combate  as drogas está trazendo à tona, muitos boatos, acusações sem provas materiais do envolvimento do pastor com homicídio, trafico de drogas e estupros.

Prova testemunhal é a mais prostituta das provas, já dizem os advogados, eu já tomei o depoimento de milhares de pessoas e sei bem da capacidade da maldade humana em destruir a imagem e a dignidade de outra fazendo falsas acusações. Costumo falar que Delegacia e Fórum são os lugares oficiais aonde as pessoas vão para mentirem. Como o ser humano mente....

Pode até ser que o Pastor Marcos Pereira esteja mentindo, negando o crime, tem criminoso que você mostra a imagem dele no vídeo e ele ainda nega ser ele que aparece ali.  Mas acho errado este massacre midiático patrocinado pelo Delegado Marcos Mendonça ao dizer que segundo boatos se guardava armas na igreja, ou querem associar o pastor Marcos Pereira com traficantes, dizendo que tem provas que ele visitou Marcinho VP. O ministério carcerário e com população marginalizada é esta a função, visitar presos.

Para fazer este meu comentário sobre o Pastor Marcos Pereira eu li muitas notícias e peguei uma delas e coloquei o link abaixo, façam o favor de ler na integra este artigo jornalístico.


As pessoas que tem olho clínico com formação em Direito, percebe que o Delegado não está até o momento apresentando uma prova cabal, ou difícil de refutar.  Se o pastor Marcos Pereira matou alguém, quem são as vítimas? Onde, como, quando ocorreram os crimes? Quais as armas usadas? Quais as provas colhidas da participação do pastor Marcos Pereira?

Sinceramente duvido da forma como o Delegado está conduzindo as investigações. Quando o delegado fala que as conversões eram encenações combinadas com traficantes, eu tenho a absoluta certeza que ele ou não sabe o que está falando, ou pior ainda tem segundas intenções....

Gente, eu não posso falar tudo sobre como funciona a nossa sociedade, nem a Polícia.... Mas de vez em quando estoura na impressa escândalos de policiais extorquindo bandidos ou supostos bandidos sob pena de incrimina-los e pô-los atrás das grades caso não pague a quantia estipulada. Não estou acusando o Delegado Marcos Mendonça (Men+onça?), mas o trabalho do pastor Marcos Pereira o tornava um alvo fácil de ser vítima de extorção de policiais. A proximidade e o respeito que o pastor tinha com os bandidos, o tornava um alvo fácil de policiais corruptos.

Vocês não sabem quantos comandantes e Delegados de alto posto são membros de sociedades secretas e maçonaria.... Eu sei.... Quando o pastor Marcos Pereira começou a aparecer muito na mídia, eu previa que ele seria alvo de olhos invejosos. Minha experiência profissional me dá razões de sobras para crer em um complô contra o pastor.  Mas se eu encontrasse o Delegado Marcos Mendonça pediria o máximo de empenho para produzir provas técnicas e acima de tudo PROVAS VERDADEIRAS.
Forjar provas contra pessoas que não aceitaram pagar uma extorção é corriqueiro no mundo e na história e na polícia. Na minha vida já vi muita coisa que prefiro não falar para não responder mais processos. Por falar em processos, já respondi muitos processos e alguns processos criminais, dois Delegados me acusaram falsamente que por pouco não conseguiram colocar-me na cadeia, só que eu também sou policial e fiz minhas investigações e com o pouco conhecimento jurídico que tenho fiz boa parte das peças da minha defesa. Depois de sete anos sendo processado em esfera criminal e administrativa, fui absolvido de tudo e um destes delegados foi demitido da Polícia.

Eu amo a Polícia, mas tem muita gente mal intencionada no nosso meio.

Peço aos verdadeiros cristãos que não se precipitem em julgar o pastor Marcos Pereira, pode até ser que ele tenha adulterado e feito uma ou outra coisa errada, mas boa parte destas acusações tem cheiro de perseguição.

Amanhã farei um jejum e consagrarei o dia em oração pelo Pastor Marcos Pereira. Se ele pecou que se arrependa. Se estiver sendo perseguido, glória seja dada ao nome de Deus. Se alguma mulher foi violentada que Deus faça a sua justiça. Por enquanto, seremos sábios em orar, pedindo a Deus que a verdade se manifeste e aguardemos sem julgamento precipitado.

Se o pastor pecou Deus é grande para perdoa-lo, se ele se arrepender, da mesma forma que Deus perdoou Davi e Jimmy Swaggart na década de 1980 e o maior pecador da Bíblia, o Rei Davi ( O homem segundo o coração de Deus) que sempre se arrependia.
De qualquer forma quero dizer que o pastor Marcos Pereira foi o homem mais corajoso que já vi passar na terra., pelas milhares de vida que ele foi resgatar nos antros do crime no Rio de Janeiro. Quando houve uma mega-rebelião no presídio da Polinter no Rio de Janeiro, durante dias a polícia não conseguiu controlar os detentos. O pastor Marcos Pereira foi chamado e ele quando entrou no sistema prisional, tirou o terno e começou a girar no ar, e centenas de detentos caíram ao solo desmaiados. Aquela cena passou no Fantástico da Rede Globo de TV, aquela foi a maior manifestação do poder de Deus que eu já vi. O pastor Marcos Pereira não estava em uma igreja cheia de cordeirinhos, mas no inferno, cheio de demônios, e eu vi todos os “bichos” da sociedade cairem por terra. Agora me vem o Delegado Men-d-onça dizer que tudo aquilo foi combinado???????


Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós 
Mateus 5:11-12

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PERSONALITY OF TWINS


PERSONALITY OF TWINS



For Valdemir Mota de Menezes


The logical reasoning leads us to the conclusion that environmental factors actually alter the physical characteristics as well as the environment in which the person is polite, will influence your personality. Thus, identical twins have different physical and psychological constitution.
Even recently saw a story on TV showing twins raised in the same house with different personalities. Generating a controversy over the case because neither the genetic factor, or the environmental factor was decisive in shaping the personality of twins.

sábado, 4 de agosto de 2012

PRECOCIDAD

PRECOCIDAD

La historia de Jessica Dubroff es una advertencia para aquellos padres que piensan que están criando a los niños para establecer registros o ser fenómenos. Debes dejar que el niño sea hijo único. Precocidad no es un factor de la evolución, incluso puede ser un trastorno. Dios nos creó y estableció las etapas en nuestras vidas. Desde la fase uterina después de la infancia, y luego la adolescencia, la edad media y edad antigua, finalmente. Tenemos que vivir con las libertades y las responsabilidades de cada fase. (Pensamiento del Escribano: Valdemir Mota Menezes) 






terça-feira, 16 de agosto de 2011

TIMIDEZ

CALADO
A timidez é um obstáculo na vida de muitas pessoas. Por causa da timidez a pessoa pode perder muitas oportunidades na vida. Algumas pessoas sentem uma barreira psicológica muito grande para manter um simples diálogo com outra pessoa. Devemos ser recatado, mas não tímido. (por: escriba Valdemir Mota de Menezes) AUDIO em português


DRAFT
Shyness is a barrier in the lives of many people. Because of the shy person can lose many opportunities in life. Some people feel a very large psychological barrier to keep a simple dialog with another person. We should be modest, but not timid. (by: scribe Valdemir Mota de Menezes) AUDIO in Portuguese






La timidez es una barrera en la vida de muchas personas. Debido a la persona tímida puede perder muchas oportunidades en la vida. Algunas personas sienten una barrera psicológica muy grande para mantener un diálogo sencillo con otra persona. Debemos ser modestos, pero no tímido. (Por: escriba Valdemir Mota de Menezes) AUDIO en portugués





La timidité est un obstacle dans la vie de nombreuses personnes. En raison de la personne timide peut perdre de nombreuses opportunités dans la vie. Certaines personnes ressentent une très grande barrière psychologique pour garder un dialogue simple avec une autre personne. Nous devons être modestes, mais pas timides. (Par: scribe Valdemir Mota de Menezes) AUDIO en portugais

quinta-feira, 28 de julho de 2011

TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE

O texto a seguir. O escriba Valdemir Mota de Menezes copiou na íntegra da fonte:Ballone GJ - Personalidade Psicopática - in. PsiqWeb, Internet, disponível em revisto em 2002.










TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE - 4
PERSONALIDADE PSICOPÁTICA
A psicopatologia em geral e a psiquiatria forense em especial têm dedicado, há tempo, uma enorme preocupação com o quadro conhecido por Psicopatia (ou Sociopatia, Transtorno Dissocial, Transtorno Sociopático, etc)
Trata-se de um terreno difícil e cauteloso, este que engloba as pessoas que não se enquadram nas doenças mentais já bem delineadas e com características bastante específicas, a despeito de se situarem à margem da normalidade psico-emocional ou, no mínimo, comportamental. As implicações forenses desses casos reivindicam da psiquiatria estudos exaustivos, notadamente sobre o grupo de entidades entendidas como Transtornos da Personalidade.

















O prof. Eunofre Marques adota a denominação de Personalidade Psicopática Amoral (ou, simplesmente, PP). Diz ele:
" O PP amoral é um indivíduo incapaz de incorporar valores. Ele funciona sempre na relação prazer-desprazer imediato.
São indivíduos incapazes de se integrar a qualquer grupo, devido ao seu egoísmo absoluto e a não aceitarem qualquer tipo de regras. Só o que eles querem é o que interessa. No início, eles até fazem amizades com facilidade mas, diante dos primeiros conflitos, a sua amoralidade aparece em todo o seu potencial. Terminam por ser rejeitados pelos grupos em pouco tempo. São, por isso, em geral indivíduos solitários, que migram de grupo em grupo até que não restem mais grupos para os aceitarem" (veja mais).










PERSONALIDADE PSICOPÁTICA
Devido à falta de um consenso definitivo, esse assunto tem despertado um virulento combate de opiniões entre os mais diversos autores ao longo do tempo. Igualmente variadas também são as posturas diante desses casos que resvalam na ética e na psicopatologia simultaneamente. As dificuldades vão desde a conceituação do problema, até as questões psicopatológicas de diagnóstico e tratamento. Como seria de se esperar, também na área forense as discordâncias são contundentes.
A evolução dos conceitos sobre a Personalidade Psicopática transcorreu, durante mais de um século, oscilando entre a bipolaridade orgânica-psicológica, passando à transitar também sobre as tendências sociais e parece ter aportado, finalmente, numa idéia bio-psico-social que, senão a mais verdadeira, ao menos se mostrou a mais sensata. (veja artigo Personalidade Criminosa?, uma revisão das dúvidas sobre esse tema)
Historia do conceito
O conceito de Psicopata, Personalidade Psicopática e, mais recentemente, Sociopata é um tema que vem preocupando a psiquiatria, a justiça, a antropologia, a sociologia e a filosofia desde a antigüidade. Evidentemente essa preocupação contínua e perene existe porque sempre houve personalidades anormais como parte da população geral.
Psicopatas pessoas cujo tipo de conduta chama fortemente a atenção e que não se podem qualificar de loucos nem de débeis; elas estão num campo intermediário. São indivíduos que se separam do grosso da população em termos de comportamento, conduta moral e ética. Vejamos a opinião dos vários autores sobre a Personalidade Psicopática ao longo da história.
Cardamo
Uma das primeiras descrições registradas pela medicina sobre algum comportamento que pudesse se identificar à idéia de Personalidade Psicopática foi a de Girolano Cardamo (1501-1596), um professor de medicina da Universidade de Pavia. O filho de Cardamo foi decapitado por ter envenenado sua mulher (mãe do réu) com raízes venenosas. Neste relato, Cardamo fala em "improbidade", quadro que não alcançava a insanidade total porque as pessoas que disso padeciam mantinham a aptidão para dirigir sua vontade.
Pablo Zacchia (1584-1654), considerado por alguns como fundador da Psiquiatria Médico Legal, descreve, em Questões Médico Legais, as mais notáveis concepções que logo dariam significação às "psicopatias" e aos "transtornos de personalidade".
Pinel
Em 1801, Philippe Pinel publica seu Tratado médico filosófico sobre a alienação mental e fala de pessoas que têm todas as características da mania, mas que carecem do delírio. Temos que entender que Pinel chamava de mania aos estados de furor persistentes e comportamento florido, distinto do conceito atual de mania (Berrios, 1993).
Dizia, no tratado, que se admirava de ver muitos loucos que, em nenhum momento, apresentavam prejuízo algum do entendimento, e que estavam sempre dominados por uma espécie de furor instintivo, como se o único dano fosse em suas faculdades instintivas. A falta de educação, uma educação mal dirigida ou traços perversos e indômitos naturais, podem ser as causas desta espécie de alteração ( Pinel, 1988).
Prichard
Prichard, tanto quanto Pinel, lutavam contra a idéia do filósofo Locke, o qual dizia não poder existir mania sem delírio, ou seja, mania sem prejuízo do intelecto. Portanto, nessa época, os juizes não declaravam insanos nenhuma pessoa que não tivesse um comprometimento intelectual manifesto (normalmente através do delírio). Pinel e Pricharde tratavam de impor o conceito, segundo o qual, existiam insanidades sem comprometimento intelectual, mas possivelmente com prejuízo afetivo e volitivo (da vontade). Tal posição acabava por sugerir que essas três funções mentais, o intelecto, afetividade, e a vontade, poderiam adoecer independentemente.
Foi em 1835 que James Cowles Prichard publica sua obra Treatise on insanity and other disorders affecting the mind, a qual falava da Insanidade Moral. A partir dessa obra, o historiador G. Berrios (1993) discute o conceito da Insanidade Moral como o equivalente ao nosso atual conceito de psicopatia.
Morel
Morel, em 1857, parte do religioso para elaborar sua teoria da degeneração. O ser humano tinha sido criado segundo um tipo primitivo perfeito e, todo desvio desse tipo perfeito, seria uma degeneração. A essência do tipo primitivo e, portanto, da natureza humana, é a contínua supremacia ou dominação do moral sobre o físico. Para Morel, o corpo não é mais que "o instrumento da inteligência".
A doença mental inverteria esta hierarquia e converteria o humano “em besta”. Uma doença mental não é mais que a expressão sintomática das relações anormais que se estabelecem entre a inteligência e seu instrumento doente, o corpo.
A degeneração de um indivíduo se transmite e se agrava ao longo das gerações, até chegar à decadência completa (Bercherie, 1986). Alguns autores posteriores, como é o caso de Valentím Magnam, suprimiram o elemento religioso das idéias de Morel e acentuaram os aspectos neurobiológicos. Estes conceitos afirmavam a ideologia da hereditariedade e da predisposição em varias teorias sobre as doenças mentais.
Koch e Gross
Em 1888, Koch (Schneider, 1980) fala de Inferioridades Psicopáticas, mas se refere à inferioridades no sentido social e não moral, como se referiam anteriormente. Para Koch, as inferioridades psicopáticas eram congênitas e permanentes e divididas em três formas:
disposição psicopática,
tara psíquica congênita e
inferioridade psicopática.
Dentro da primeira forma, Disposição Psicopática, se encontram os tipos psicológicos astênicos, de Schneider. A Tara inclui a "as almas impressionáveis, os sentimentais lacrimosos, os sonhadores e fantásticos, os escrupulosos morais, os delicados e susceptíveis, os caprichosos, os exaltados, os excêntricos, os justiceiros, os reformadores do estado e do mundo, os orgulhosos, os indiscretos, os vaidosos e os presumidos, os inquietos, os malvados, os colecionadores e os inventores, os gênios fracassados e não fracassados". Todos estes estados são causados por inferioridades congênitas da constituição cerebral, mas não são consideradas doenças.
Otto Gross, por sua vez, dizia que o retardo dos neurônios para estabilizarem-se depois da descarga elétrica determinava diferenças no caráter. Assim em seu livro Inferioridades Psicopáticas, a recuperação neuronal rápida determinava indivíduos tranqüilos, e os de estabilização neuronal mais lenta, ou seja, com maior duração da estimulação, seriam os excitáveis, portadores dessa inferioridade.
Kraepelin
Kraepelin, quando faz a classificação das doenças mentais em 1904, usa o término Personalidade Psicopática para referir-se, precisamente, a este tipo de pessoas que não são neuróticos nem psicóticos, também não estão incluídas no esquema de mania-depressão, mas que se mantêm em choque contundente com os parâmetros sociais vigentes. Incluem-se aqui os criminosos congênitos, a homossexualidade, os estados obsessivos, a loucura impulsiva, os inconstantes, os embusteiros e farsantes e os querelantes (Schneider, 1980).
Para Kraepelin, as personalidades psicopáticas são formas frustras de psicose, classificadas segundo um critério fundamentalmente genético e considera que seus defeitos se limitam essencialmente à vida afetiva e à vontade (Bruno, 1996).
Schneider
Em 1923, Schneider elabora uma conceituação e classificação do que é, para ele, a Personalidade Psicopática. Schneider (1980) descarta no conjunto classificatório da personalidade atributos tais como, a inteligência, os instintos e sentimentos corporais e valoriza como elementos distintivos o conjunto dos sentimentos e valores, das tendências e vontades.

Para Kurt Schneider as Personalidades Psicopáticas formam um subtipo daquilo que classificava como Personalidades Anormais, de acordo com o critério estatístico e da particularidade de sofrerem por sua anormalidade e/ou fazerem outros sofrer.
Entretanto, a classificação de Personalidade Psicopática não pode ser reconhecida ou aceita pelo próprio paciente e, às vezes, nem mesmo por algum grupo social pois, a característica de fazer sofrer os outros ou a sociedade é demasiadamente relativo e subjetivo: um revolucionário, por exemplo, é um psicopata para alguns e um herói para outros.
Em conseqüência dessa relatividade de diagnóstico (devido à relatividade dos valores), não é lícito ou válido realizar um diagnóstico do mesmo modo que fazemos com as outras doenças. Resumindo, pode-se destacar neles certas características e propriedades que os caracterizam de maneira nada comparável aos sintomas de outras doenças. O Psicopata é, simplesmente, uma pessoa assim.
O psicopata não tem uma psicopatia, no sentido de quem tem uma tuberculose, ou algo transitório, mas ele É um psicopata. Psicopata é uma maneira de ser no mundo, é uma maneira de ser estável.
Como em tantas outras tendências, também há um certo determinismo na concepção de Schneider. Para ele os psicopatas são assim em toda situação vital e sob todo tipo de circunstâncias. O psicopata é um indivíduo que não leva em conta as circunstâncias sociais, é uma personalidade estranha, separada do seu meio. A psicopatia não é, portanto, exógena, sendo sua essência constitucional e inata, no sentido de ser pré-existente e emancipada das vivências.
Mas a conduta do psicopata nem sempre é toda psicopática, existindo momentos, fases e circunstâncias de condutas adaptadas, as quais permitem que ele passe desapercebido em muitas áreas do desempenho social. Essa dissimulação garante sua sobrevivência social.
Kurt Schneider, psiquiatra alemão, englobou no conceito de Personalidade Psicopática todos os desvios da normalidade não suficientes para serem considerados doenças mentais francas, incluindo nesses tipos, também aquele que hoje entendemos como sociopata. Dizia que a Personalidade Psicopática (que não tinha o mesmo conceito do sociopata de hoje) como aquelas personalidades anormais que sofrem por sua anormalidade e/ou fazem sofrer a sociedade. Ele distinguia os seguintes tipos de Personalidade Psicopática:
1) Hipertímicos,
2) Depressivos,
3) Inseguros,
4) Fanáticos,
5) Carentes de Atenção,
6) Emocionalmente Lábeis,
7) Explosivos,
8) Desalmados,
9) Abúlicos, e
10) Astênicos.
Evidentemente o que entendemos hoje por psicopata ou sociopata seriam, na classificação de Schnneider, os Desalmados. Muito mais tarde Mira y López definiu a Personalidade Psicopática como "...aquela personalidade mal estruturada, predisposta à desarmonia intrapsíquica, que tem menos capacidade que a maioria dos membros de sua idade, sexo e cultura para adaptar-se às exigências da vida social". E considerava 11 tipos dessas personalidades anormais muito semelhantes aos tipos de Schnneider. Eram eles:
1) Astênica,
2) Compulsiva,
3) Explosiva,
4) Instável,
5) Histérica,
6) Ciclóide,
7) Sensitivo-paranóide,
8) Esquizóide,
9) Perversa,
10) Hipocondríaca, e
11) Homosexual.
Cleckley
Em 1941 Cleckley escreveu um livro chamado "A máscara da saúde", o qual se referia a este tipo de pessoas. Em 1964 descreveu as características mais freqüentes do que hoje chamamos psicopatas. Em 1961, Karpmam disse "dentro dos psicopatas há dois grandes grupos; os depredadores e os parasitas" (fazendo uma analogia biológica). Os depredadores são aqueles que tomam as coisas pela força e os parasitas tomam-nas através da astúcia e do engodo.
Cleckley, estabeleceu, em "A máscara da saúde", alguns critérios para o diagnóstico do psicopata, em 1976, Hare, Hart e Harpur, completaram esses critérios. Somando-se as duas listas podemos relacionar as seguintes características:
1. Problemas de conduta na infância.
2. Inexistência de alucinações e delírio.
3. Ausência de manifestações neuróticas.
4. Impulsividade e ausência de autocontrole.
5. Irresponsabilidade
6. Encanto superficial, notável inteligência e loquacidade.
7. Egocentrismo patológico, autovalorização e arrogância.
8. Incapacidade de amar.
9. Grande pobreza de reações afetivas básicas.
10. Vida sexual impessoal, trivial e pouco integrada.
11. Falta de sentimentos de culpa e de vergonha.
12. Indigno de confiança, falta de empatia nas relações pessoais.
13. Manipulação do outro com recursos enganosos.
14. Mentiras e insinceridade.
15. Perda específica da intuição.
16. Incapacidade para seguir qualquer plano de vida.
17. Conduta anti-social sem aparente arrependimento.
18. Ameaças de suicídio raramente cumpridas.
19. Falta de capacidade para aprender com a experiência vivida.









Henry Ey
Henry Ey, em seu "Tratado de Psiquiatria", inclui as Personalidades Psicopáticas dentro do capítulo das doenças mentais crônicas, as quais considera como um desequilíbrio psíquico resultante das anomalias caracteriológicas das pessoas. Cita as características básicas das Personalidades Psicopáticas como sendo a anti-sociabilidade e impulsividade (Bruno, 1996). A idéia dos Transtornos de Personalidade tal como sugerido pelo DSM começou em 1966 com Robins.
O que mais se percebe em relação à Personalidade Psicopática são as controvérsias entre os vários autores e nas várias épocas mas, de alguma forma, há uma perene tendência em se apontar para três conceitos básicos.
A primeira posição reflete uma tendência mais constitucionalista (intrínseca), entendendo que o psicopata se origina de uma constituição especial, geneticamente determinado e, em conseqüência dessa organicidade, pouco se pode fazer.
A segunda tendência é a social ou extrínseca, acreditando que a sociedade faz o psicopata, a sociedade faz a seus próprios criminosos por não lhes dar os meios educativos e/ou econômicos necessários.
Através da análise de dois sistemas educacionais para problemas comportamentais, como a escola inglesa Lymam, com um sistema disciplinar rígido, autoritário, duro, e a escola Wiltwyck, americana, onde a idéia era criar um ambiente cálido, afetuoso, propenso a amistosidade, uma "disciplina de amor" segundo cita Cinta Mocha (Garrido, 1993), pode-se contra-argumentar a tendência extrínseca da psicopatia. Os psicopatas constituíram o 35% da população em ambas escolas. A instituição americana Wiltwyck teve um marcante êxito inicial, mas a taxa de reincidência em atitudes anti-sociais, ao longo de alguns anos de acompanhamento, foi o mesmo.
A terceira escola é a psicanalista, que só trata das perversões em relação com a sexualidade. Quando o transtorno implica outras pulsões, Freud fala de libidinização da dita pulsão, a qual havia sido "pervertida" pela sexualidade. A perversão adulta aparece como a persistência ou reaparição de um componente parcial da sexualidade. A perversão seria uma regressão a uma fixação anterior da libido. Recordemos que, para Freud, a passagem à plena organização genital supõe:
a) superação do complexo de Édipo,
b) o surgimento do complexo de castração e
c) a concepção da proibição do incesto.
Assim a perversão chamada fetichismo é ligada à negação da castração. A perversão seria o negativo da Neurose, que faz da perversão a manifestação em bruto, não reprimida, da sexualidade infantil (Laplanche, 1981).
A maioria dos autores dessa época procurava substituir o conceito de "constituição psicopática" por "personalidades psicopáticas" já que sua etiologia não era claramente definida. Mas, apesar da etiologia não ser claramente entendida, o quadro clínico da personalidade psicopática foi sendo cada vez mais cristalinamente descrito.
K. Eissler, no final da década de 40, considerava os psicopatas como indivíduos com ausência de sentimentos de culpa e da ansiedade normal, superficialidade de objetivos de vida e extremo egocentrismo. Os irmãos Mc Cord, em 1956, descrevem sua "síndrome psicopática" com as seguintes características: escasso ou nenhum sentimento de culpa, capacidade de amar muito prejudicada, graves alterações na conduta social, impulsividade e agressão.
Outros autores, resumindo, nas décadas sucessivas de 60 e 70, foram também definindo os traços característicos da psicopatia com termos tais como; perturbações afetivas, perturbações do instinto, deficiência superegoica, tendência a viver só o presente, baixa tolerância a frustrações. Alguns classificam esse transtorno como anomalias do caráter e da personalidade, ressaltando sempre a impulsividade e a propensão para condutas anti-sociais (Glover, Henri Ey, Kolb, Liberman).
Classicamente, hoje em dia e resumindo a evolução do conceito, a Personalidade Psicopática tem sido caracterizada principalmente por ausência de sentimentos afetuosos, amoralidade, impulsividade, falta de adaptação social e incorregibilidade.
Desalmado na paz, herói na guerra ?
Há quem, mediante árdua ginástica mental, evoca até as teorias da evolução e sobrevivência da espécie para especular sobre os psicopatas como uma espécie de indivíduos dotados de atitudes naturais para a sobrevivência da espécie, do grupo. Diante de uma emergência seriam as pessoas capazes de responder com características não habituais para fazer frente à situação totalmente anômala, imprevista e ameaçadora.
Assim, num caso de guerra, aquele que se conduz como desalmado, cruel e insensível aparece como o herói, aquele que toma a frente, que assume riscos, que leva ações adiante e que se destaca da maioria. Em tempo de paz, essas condutas caracterizariam a delinqüência, criminalidade, etc. Isso seria o mesmo que afirmar que “tarado é uma pessoa normal pega em flagrante”.
A tendência em descobrir méritos nas atitudes sociopáticas, pelo simples fato delas se ajustarem perfeitamente aos requisitos da emergência e da sobrevivência, caem por terra ao considerarmos as questões gregárias e éticas associadas aos propósitos das atitudes.







Vamos colocar a questão da seguinte maneira:
Considerando os três elementos condutores mestres da ação humana como sendo o Querer, o Dever e o Conseguir, na linguagem freudiana, o Id, o Superego e o Ego, sociopata seria aquele que, não dispondo ou dispondo deficitariamente do Dever (superego), estaria autorizado, por si mesmo, a proceder da maneira mais eficiente para SEU prazer ou SUA sobrevivência.
Portanto, a despeito da eficácia existencial, o psicopata seria o exemplar humano mais próximo da animalidade. Ora, aproximar-se da animalidade é um fenômeno a que todos estamos sujeitos, de acordo com a existência iminente de severa ameaça existencial. A distinção e o mérito éticos de cada um se medem de acordo com o limiar, a partir do qual, recorremos à animalidade para conquista de nossos objetivos.
Quanto mais vulnerável à animalidade, menor o sentido (e sentimento) ético da pessoa. Como o sociopata vive na animalidade (das atitudes), falta-lhe totalmente a condição ética. E há quem pense que, para problemas éticos... soluções éticas, para problemas médicos... soluções médicas. O psicopata não aprende com certas experiências, nem com a argumentação, e menos ainda com o discurso ético.
Os psicopatas começam a manifestar sua psicopatia desde a infância e adolescência, e não se modificam depois (veja Transtornos de Conduta). A conduta anti-social começa desde a infância, caracterizada por atitudes de mentir, roubar, falsificar cheques, prostituir-se, assaltar, maltratar animais, etc). Nota-se, desde tenra idade, uma ausência da capacidade de sentimento de culpa e de arrependimento. Quando teatralizam esses sentimentos, o fazem simplesmente para conseguir uma atenuação da pena.

Esse transtorno pode aparecer precocemente, em tenra idade, conforme diz o prof. Eunofre Marques:
"Ainda crianças já aparece o seu componente amoral, por não aceitarem regras jamais, não respeitarem qualquer limite e terem um comportamento absolutamente inadequado na escola, de onde são freqüentemente expulsos.
Já na adolescência tendem francamente para a marginalidade e tentam integrar-se aos grupos marginais mas mesmo esses, com a sua ética marginal rígida, logo o rejeitam.
Quando pressionado pelo ambiente, especialmente em ambientes fechados, como numa penitenciária, eles atual de modo primoroso, como que absorvendo os valores rígidos do meio. No entanto, é só surgir uma pequena brecha nas regras para que a sua amoralidade venha plenamente à tona.
Boa parte deles não chega à idade adulta porque, misturados com os marginais, acabam sendo mortos por estes. Mesmo assim, chegando à idade adulta, terminam por serem recolhidos a alguma penitenciária, onde eles são encontrados com freqüência. Mesmo dentro da penitenciária a sua existência está sendo constantemente ameaçada, porque não se integram a nenhum dos grupos que lá se formam.
Aqueles que têm um nível de inteligência superior conseguem parcialmente, utilizando-se dos recursos cognitivos, manterem-se relativamente integrados no meio até a idade adulta mas, mesmo estes, acabam por serem expulsos do seu meio e também vão parar nos presídios.
O PP amoral é o exemplo do fracasso do ser humano" (veja mais).

quinta-feira, 28 de abril de 2011

PAIS E O PAPEL NA EDUDAÇÃO

Texto do professor Valdemir Mota de Menezes

Os pais transferiram para a escola toda a responsabilidade pela educação dos filhos. Isso tem criado uma geração de jovens sem princípios espirituais, religiosos e a familia já não é a cellula mater da sociedade. A escola até que tenta fazer o seu papel, mas o Estado suprimiu o poder e autoridade dos professores, por outro lado o Estado tem se esforçado para melhorar as condições físicas e materiais das escolas conforme pude observar neste pequeno relatório que fiz de uma escola em São Vicente(SP). Mas a educação vem de berço, vem do lar, vem da família. A escola é apenas uma instituição para auxiliar e não substituir a família.

O trabalho longe de casa tem sido a principal razão porque os filhos desta geração ficaram abandonados a sua própria sorte. As mulheres precisam reiventarem a sociedade e sua estrutura e voltar para o lar e dali ajudar no sustento da casa e na educação dos filhs, porque esta é a razão e a missão das mulheres.

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Estou fazendo estágio na Escola Estadual Deputado Esmeraldo Tarquínio, em São Vicente/SP, no período da tarde. Esta escola fica localizada na Av. Ulisses Guimarães, 223, em frente à delegacia de policia onde trabalho. Estou acompanhado a professora Sonia em todas as aulas que ela está dando e por meio dela estou conhecendo a escola. Este estabelecimento é a segunda maior escola da rede estadual de ensino de São Vicente e possui cerca de dois mil alunos. É um labirinto de salas de aula que funciona em três períodos. As vidraças da escola estão preservadas porque há uma tela de ferro por fora que protege contra depredação.

A maioria dos alunos frequentam a escola uniformizado. Informaram-me que a escola obriga os alunos a se apresentarem na escola com uniforme, mas a Lei Estadual de Ensino não exige esta postura como obrigatória, razão porque se toleram alguns sem uniforme, Mas percebo que os funcionários pressionam para que este mau hábito não se prolifere entre os alunos. Em várias salas que já entrei não presenciei nenhuma cadeira ou mesa quebrada, nem livro rasgado. Não sei se este é um retrato fiel dos fatos. Mas é o que pude perceber.

Material escolar e merenda escolar parecem não ser problema ali, porque vejo chegar caminhões frequentemente descarregando livros e alimentos. Na direção da escola percebo muitos pais tendo sido convocados para tomar ciência do comportamento dos seus filhos, mas estes pais, não querem acreditar que seus filhos são maus alunos, frequentemente se justificam dizendo que o adolescente tem problemas psicológicos ou ainda põe a culpa na escola. Jamais vi atitude dos pais em reconhecerem que não estão desempenhando bem o seu papel. (professor Valdemir Mota de Menezes)